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PEJ - No Poncha No Way - Parte III

I hurt myself today
To see if I still feel
I focus on the pain
The only thing that's real
The needle tears a hold
The old familiar sting
Try to kill it all away
But I remember everything

Chorus:
What have I become
My sweetest friend
Everyone I know goes away
In the end

And you could have it all
My empire of dirt

I will let you down
I will make you hurt

I wear this crown of thorns
Upon my liar's chair
Full of broken thoughts
I cannot repair
Beneath the stains of time
The feelings disappear
You are someone else
I am still right here

Chorus:
What have I become
My sweetest friend
Everyone I know goes away
In the end

And you could have it all
My empire of dirt

I will let you down
I will make you hurt
If I could start again

A million miles away
I would keep myself
I would find a way

[Johnny Cash - Hurt]



2º dia - 5ª-Feira, 16 de Novembro de 2006
No segundo dia fomos dar um passeio pela ilha. Apesar de andarmos bué de autocarro as paisagens eram mesmo... O.o woW! Cada miradouro, cada penhasco, cada bairro, cada praia, tudo excelente. Tudo lindo! Nós e padrão inda subimos a um barranco de lama (lol) e depois não conseguíamos descer. Tivémos de dar a volta e fomos logo marcados pelos organizers :medo:. Chegámos ao centro de vulcanologia e encontrámos uma das maiores personagens de toda a viagem, a geóloga de serviço.
De cada vez que víamos uma planta dentro da gruta ela crescia ao pé de um holofote e ela dizia "Onde há luz há plantas!". Pode não parecer nada de especial, mas notava-se desde o princípio o esforço que ela fazia para controlar o sotaque madeirense... en-thãum fa-lá-vá-ssim. A frase suava qualquer coisa como: "Ondhá lUsá plOOOOntas!". Isto, repetido umas treês vezes foi a griza. Claro que houve também "o tecto que as crianças chamavam de "mUUUssss de chu-cu-lat" ou a "lá-va haha", cuja história ela contou bué entusiasmada. No fim fizémos uma "viagem ao centro da Terra". Meteram-nos todos numa sala que parecia uma câmara de gás e aquilo começou a tremer (fizémos 500km por segundo lool) e saímos pelo outro lado. Ficou tudo "O.o fds, ca merda" ao princípio mas grizou tudo. Passámos por outros vales, miradouros, montanhas e estradas escarpadas - Ponta Delgada, São Jorge, Cabo Girão, etc.
À tarde começou o Teambuilding. Uma série de joguitos para nos conhecermos melhor e não sei quê. Não conseguimos fazer o jogo do pau (levantar um pau com todos os indicadores da equipa)... mas batemos um record e fizémos o melhor jogo do novelo de braços :rox:. O último jogo foi o melhor. Poram as 50 pessoas a rebolar umas por cima das outras para passar uma moeda pelos umbigos das várias pessoas. Foi a griza loool.
No fim da tarde fizémos a Aldeia Portuguesa. Grande evento! A Rita de Peixeira, o João de Campino e eu de Toureiro. Havia gente com cada fato da griza LOL. Houve cocktails, danças tradicionais, chá de Tomar (sabia a cerveja). Depois fizémos alta cruzamento amoroso: eu e uma rapariga de Viseu, a Mariana, a Rita e outro rapaz de Viseu, o Diogo. Andámos a fazer swing e tal...looool. Foi muito fixe andar de fato de Toureiro pelo trabalhão que ele me deu. Era pesado e muito pouco flexível mas dava bem para an



3º dia - 6ª-Feira, 17 de Novembro de 2006
4º dia - Sábado, 18 de Novembro de 2006
5º dia - Domingo, 19 de Novembro de 2006